terça-feira, 1 de março de 2011
6º CONVÍVIO DA PARÓQUIA DE AGADÃO
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Um povo que constroi o seu próprio espaço
23 de Setembro de 1973 - O Encontro - Editorial
Concretizamos hoje uma aspiração de há muito: levar a um maior número de pessoas, alguma coisa sobre a nossa actividade através de um Boletim Informativo do nosso Centro Cultural de Agadão.
Realizámos o “ENCONTRO” com uma intenção de procura. Uma procura que estará sempre ao serviço do Povo; na dignificação das Palavras e das Pessoas, no alertar de carências e de direitos, na defesa de valores e na prática de encontros de verdade.
Saímos hoje pela primeira vez neste “ENCONTRO” de duas páginas. Páginas simples, de palavras desengravatadas e sem falsos slogans.
Saímos hoje pela primeira vez, mas continuaremos num encontro nunca interrompido, numa presença nunca ausente, num caminhar sempre de frente por uma emancipação das pessoas do Povo, por tornar vivo o Grito da Serra em que vivemos, por construirmos e mantermos de pé uma estrutura positiva de desporto, de cultura, de assistência.
A Malta do Centro Cultural de Agadão
O ENCONTRO JORNAL DE AGADÃO
Agadão no Diário de Coimbra em 1974
domingo, 21 de novembro de 2010
AGADÃO HOJE 21 DE NOVEMBRO DE 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
MINHA ALDEIA
A minha aldeia é tão pequenina
Que num amplexo a envolvo, inteirinha;
Seu teto é feito de azul celestial,
De uma porta sem aldrabas,
E duas janelas, somente,
Uma janela para entrar o sol nascente
A outra janela para encantar o sol poente;
De luz é toda cheia
A minha aldeia.
Vilamendo de Cima
Vilamendo de baixo
Artes da toponímia,
Que a dividiu com um fio de linha
Como se fora um caminho,
A minha aldeia.
Minha terra é guardada
Por uma sentinela de crista enfunada,
Cuja morada é a torre do vento;
É tão velho, tão velho este guardião
Destas terras de Agadão,
Que já perdeu a noção do tempo
E até o rumo do vento.
Fica o pobre em sobressalto
Quando o sino grandão,
Grita bem alto
As horas que se vão.
Minha terra é toda beleza
Que é um encanto de se ver;
Tem colinas e outeiros,
E montes azuis e altaneiros
Onde a lua faz serão;
Tem um rio de águas saltitantes,
E mil fontes
Lágrimas da Princesa moura do Aljião,
Que perdeu seu coração
E por ali ficou encantada.
Eduardo de Almeida Farias
16 jan.2010
Obs. Sujeito a modificações
